sábado, 7 de junho de 2014



ESMERALDAS

Os sonhos que parecem tão distantes,
Que se encontram além do horizonte,
Rompendo barreiras da racionalidade,
Que à luz da minha dor de nada vale

Sitio-me de uma escuridão, quebrada
Pela verde luz dos seus lindos olhos,  
Envolvo-me, como preso em abrolhos
E dolorosamente penetra Minh ’alma

A sua ausência dói a carne, dói a alma,
Corrói-me, como a ferrugem ao ferro.
Vivo como se meu coração estivesse
Imerso no lago de fogo: o inferno

Sinto faltas das noites frias de inverno,
Do frio avassalador que me faz querer
A sua doce presença a me aquecer, e
De dividir um cobertor: o nosso calor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário